30.7.08

crônica

Crônica de Luiz Fernando Veríssimo, sobre as máquinas de escrever:

Diálogo entre pai e filho:
Quando o moleque, ao ver uma máquina de escrever, estranha e pergunta para o pai o que era aquela relíquia, este lhe responde: “Era quase como um computador. A diferença é que a máquina de escrever imprimia tudo na hora em que você escrevia”. A réplica do garoto, deslumbrado com a revelação: “Putz… genial!”.

vi no Sedentário e Hiperativo.

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